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piercing; modismo, sexualidade e saúde. | 27Dez2007 15:40:00

Publicado por: megatomaz

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Pesquisadores da Universidade Pace concluíram que usar piercing pode ser a maior furada — informa a rede de rádio e TV britânica BBC. Perfurar o corpo com objetos metálicos foi motivo de dor de cabeça para 20% dos jovens consultados. Publicado na revista Mayo Clinic Proceedings, o estudo aponta infecções, sangramentos e quelóides como as complicações mais freqüentes
.


Aos que pensam que podem aplicar piercings sem sofrer um arranhão, os dados mostram que a falta de esterilização pode trazer sérias conseqüências, como o contágio com aids e hepatite B. Apesar de o questionário ter sido aplicado apenas a voluntários, o doutor Lestes Mayers considera que o uso indevido de piercings pode representar um alto custo ao sistema público de saúde.

O levantamento feito com 454 universitários de Pleasantville, estado de Nova Iorque, mostra que a maior parte dos rapazes (27%) prefere pôr um piercing na orelha. Entre as garotas (29%), o local favorito é o umbigo. A pesquisa revela um dado curioso: 23% dos estudantes eram tatuados, mas nenhum deles sofreu problemas decorrentes de tatuagens feitas com material inadequado.

Piercings na língua são os mais perigosos. Podem provocar infecções na gengiva, problemas respiratórios e até prejudicar a fala. No nariz e na parte superior da orelha, as contaminações ocorrem porque o tecido das cartilagens tem pouca irrigação. Isso dificulta a ação defensiva do organismo no combate aos micróbios. No caso das mucosas (lábios, língua e genitais), a umidade pode abrir caminho para a proliferação de fungos e bactérias. "No umbigo, as dobrinhas dificultam a higienização", explica a médica. Em tese, os estabelecimentos que fazem a colocação de piercing no Brasil deveriam atender aos parâmetros de higiene estabelecidos pela Vigilância Sanitária. Não é o que acontece. À falta de fiscalização, adeptos da moda tentam salvar a própria pele.

A munição de argumentos para quem se opõe ao uso de piercings por jovens não vem só da pacata Pleasantville. A prestigiosa Associação Médica Britânica também já se debruçou sobre o tema, indicando que cerca de um terço dos usuários de piercing apresenta seqüelas. A divulgação desses malefícios já repercutiu no Brasil e está virando moda entre os parlamentares.
Pioneiríssima, a lei 9.828/97 proíbe, em todo o estado de São Paulo, que adolescentes com menos de 18 anos façam tatuagens e coloquem piercings. E, se depender do deputado paulista Neuton Lima (PFL), essa lei vai vigorar em todo o país. Para tanto, ele apresentou um projeto a ser analisado após o fim do recesso do Congresso Nacional. Segundo seus autores, as leis têm por objetivo preservar a integridade de crianças e jovens, protegida pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). O vereador Jair Cezar vai além. Para ele, piercings e tatuagens expõem os jovens não só a sofrimentos físicos e ameaças à saúde, mas também a "restrições sociais e do mercado de trabalho".

Já o advogado Walter Ceneviva acredita que as leis ferem os artigos 5, 226 e 227 da Constituição e o conceito de pátrio poder definido pelo ECA. Para ele, a lei é clara: cabe aos pais tanto a decisão sobre o que é melhor quanto a responsabilidade sobre os atos dos filhos, salvo em casos de exploração da criança ou de atos punidos por lei. E sugere aos pais que queiram permitir o uso de piercings que entrem com um mandado de segurança na Justiça.

Piercings e tatuagens podem trazer desvantagens na hora da conquista por uma vaga

De acordo com a consultora de RH do Grupo Catho, Gláucia Santos, isto acontece porque ainda existe uma idéia antiga de que o uso de piercings ou tatuagens está relacionado à marginalidade.

Forma implícita - Ainda de acordo com a consultora, existe uma discriminação no momento da entrevista, mas ela não é feita de maneira explícita. Isto significa que o selecionador não irá perguntar se a pessoa usa piercing ou tem tatuagem, mas se perceber, este candidato perde pontos."Ter um piercing ou uma tatuagem quebra um pouco da formalidade de algumas situações em que é preciso ser formal. Num primeiro contato, ainda pode parecer que a pessoa é pouco madura", explicou Gláucia.

Áreas de atuação- A consultora ainda disse que este tipo de discriminação acontece em áreas em que o profissional terá contato direto com o público. Neste caso, incluem-se a administrativa, comercial e de bancos."Imagine alguém com algo muito chamativo, como um cabelo colorido. Se tem contato com o cliente, perde a seriedade, imagem que tem que passar não somente para os colegas de trabalho", disse Gláucia.

Ela ainda explicou que existem profissões em que a aceitação do uso de piercings e tatuagens é mais flexível, como em comunicação e publicidade e propaganda, o que não acontece com os profissionais de direito e medicina.

Origem do piercing

Existe uma longa história sobre o body piercing e seus diversos significados por todo mundo. Historiadores afirmam que há mais de 2000 anos, algumas clãs e tribos já usavam apetrechos para furar a pele em cerimoniais carregados de simbolismos, com conotações espirituais, sexuais, estéticas e de rituais de passagem e costume.

A moda do piercing ganhou força com o movimento Hippie dos anos 60 e 70, conquistando jovens adeptos à prática do sadomasoquismo, que viram no adorno uma nova forma de exaltar o corpo e as suas zonas erógenas. Morris (1974), chama algumas áreas do corpo de “ecos genitais”, entre elas destacam-se: o umbigo, a boca e as orelhas, locais preferidos para o piercings. Neste caso serviriam para evidenciar a genitalidade do indivíduo, servindo como vitrine aos observadores e interessados.

Este movimento chegou à Inglaterra com o movimento Punk e nos Estado Unidos com o movimento gay nos anos 80 e 90, chamando a atenção de todo o planeta com o casamento entre o primitivo e o moderno.

Devemos sempre estar atentos as propostas de desconstrução socio-cultural, sendo criteriosos e judiciosos na análise e adesão às novidades. E orientar os mais jovens quanto as intenções e efeitos dos novos comportamentos.

fonte

PIERCING – modismo, sexualidade e saúde pública



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Comentários

Por: anonimo | 28Jan2011 16:24:27

k nojo ex mxm porca vai meter oku a render na borda da extrada

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